A manhã amanheceu cinzenta sobre o espelho de vidro da sede Corporation, como se o mundo tivesse decidido refletir a mesma exaustão que pesava sobre os ombros de Narelle. O elevador a deixou no último andar antes das oito, enquanto os primeiros funcionários ainda ajeitavam seus crachás e distribuíam planilhas de reuniões.
Ela não tinha dormido. A caixa de madeira com o colar continuava sobre a cômoda do quarto na mansão dos Vorn, como uma lembrança incômoda de tudo o que perdera — e tudo o qu