Narelle voltou à mansão antes do amanhecer. O motor do carro rangia no silêncio do bosque enquanto ela descia, sentindo o corpo inteiro vibrar de humilhação e desejo. Cada passo doía. Não apenas pela vergonha de ter se tocado ali fora, mas porque, apesar de tudo, ainda o queria.
Quando entrou no quarto, largou os sapatos no chão e foi direto para o banheiro. Lavou o rosto, esfregou a pele até ficar vermelha. Mas não havia água no mundo capaz de apagar o que sentira vendo Rhaek se afundar no c