A noite desceu sobre a sede como um manto silencioso. As tochas nas varandas ardiam baixo, lançando sombras dançantes sobre as paredes de pedra. Rhaek havia acabado de retornar do pátio quando foi surpreendido por um aroma familiar vindo do salão principal: ervas, vinho e o perfume discreto que sempre marcava a presença de Narelle.
Ele estranhou a mesa posta apenas para dois. Pratos de cerâmica, vinho vermelho repousando em taças altas, e no centro, flores silvestres recém-colhidas.
Narelle est