RENZO ALTIERI
Seguro os quadris dela com força e meto com tudo, fazendo nosso corpo se chocar com um som indecente. O jardim se enche dos gemidos desesperados dela e dos meus rosnados animalescos.
— Aí, droga… vou gozar de novo… — ela chora, o corpo se contorcendo.
— Assim, minha cachorrinha linda… goza no meu pau.
— RENZO!
Ela explode novamente, esguichando com força, me enlouquecendo. A boceta dela pulsa e aperta meu pau com tanta força que quase me faz gozar junto. Mas eu resisto.