Mundo ficciónIniciar sesiónDominick perdeu tudo na noite em que sua família foi assassinada. Enquanto ele sobrevivia escondido nas sombras, o homem responsável continuava intocável, comandando a cidade com dinheiro, poder e sangue nas mãos. Durante anos, Dominick alimentou apenas uma coisa: a sede de vingança. E então ele encontrou a fraqueza do seu inimigo. Jade Salvatore. A filha perfeita de Marco Salvatore. A princesa protegida. A única pessoa que o monstro por trás da morte de sua família realmente ama. Sequestrá-la deveria ser apenas o primeiro passo do seu plano. Uma arma. Uma moeda de troca. O instrumento perfeito para destruir o homem que destruiu sua vida. Mas Jade não é a garota frágil que Dominick imaginava. Por trás dos olhos desafiadores e da língua afiada existe uma mulher capaz de enfrentá-lo, provocá-lo e despertar sentimentos que ele acreditava terem morrido junto com sua família. Presa pelo homem que jurou usá-la como vingança, Jade se vê encarcerada entre o medo e uma atração perigosa demais para ser ignorada. Enquanto segredos vêm à tona e a verdade ameaça destruir tudo o que acreditavam saber, a linha entre ódio e desejo começa a desaparecer. Porque algumas prisões não são feitas de grades. E algumas rendições são muito mais perigosas do que a liberdade. Ele a sequestrou para destruir um império. Ela pode ser a única capaz de destruir o coração dele.
Leer másNARRADO POR DOMINICK
... Eu não sentia porra nenhuma, desde o dia que o maldito, matou toda minha família. Ele era um monstro, um frio e sanguinário. Não sujou suas mãos mas ordenou que os tirassem de mim. Eu era só um moleque que teve a sorte de não está no local quando tudo aconteceu. Se Edgar não tivesse me mandado ir pegar a maldita pasta na empresa, eu estaria morto, junto com todos eles. Mas não morri. E foi isso que me transformou. Passei anos me escondendo, engolindo o ódio, me tornando algo que nem eu mesmo reconhecia. Aprendi a me movimentar nas sombras, a sobreviver entre aqueles que sabiam que a morte era só uma questão de tempo. E eu esperei. Não queria dinheiro. Não queria poder. Só queria fazer o velho sentir o mesmo que eu senti. Dor. Ele construiu um império em cima do sangue dos outros, achando que nunca teria que pagar por isso. Mas todo império cai. E o dele começaria a ruir do jeito mais cruel possível. Encontrei o seu ponto fraco. JADE SALVATORE. A filha perfeita. A garotinha que ele protegeu do mundo, mantendo-a segura dentro de uma redoma dourada, enquanto lá fora ele destruía famílias como a minha. Ela não fazia ideia do tipo de homem que o pai era. Não sabia que vivia à sombra de um monstro. Mas logo saberia. E eu ia começar minha vingança com ela. A justiça nunca chegou para mim. O assassino da minha família não usava máscara, não empunhava uma arma e não fugiu para lugar nenhum. Ele continuou vivendo a porra da sua vida, mandando em metade da cidade, como se nada tivesse acontecido. Marco Salvatori. O desgraçado que mandou apagar minha mãe, meu pai e meu irmão porque queria construir um shopping no lugar onde cresci. Minha mãe não quis vender, Edgar tentou lutar na justiça, mas nada disso importava quando Marco tinha todos os juízes, policiais e políticos no bolso. Ele não esperou o processo correr. Não tentou dobrá-los com mais dinheiro. Ele simplesmente eliminou todos que estavam no caminho. E o pior de tudo? O crime foi tratado como um caso qualquer. Uma noite trágica, um assalto mal planejado, vítimas fatais. Nenhuma ligação com Marco, nenhum rastro que levasse até ele. Isso me deixava furioso. Por anos, me escondi. Sobrevivi. Aprendi a ser um fantasma, alguém que passa despercebido. E enquanto eu rastejava no escuro, ele continuava no topo, sem medo de cair. Mas ninguém fica no topo para sempre. Eu fiz questão de aprender cada fraqueza dele. Cada peça da sua vida. Cada detalhe que poderia derrubá-lo. E foi assim que encontrei Jade. A filha perfeita. A garota que ele esconde do mundo, intocada pela sujeira dos negócios sujos do pai. Criada em berço de ouro, protegida de tudo e de todos. Ela nunca sentiu dor. Nunca soube o que era perder alguém para o nada. Mas isso estava prestes a mudar. Agora eu só precisava decidir como pegaria o que era meu por direito: A destruição dele. Começo a observá-la. .... Não havia nada além de ódio. Ódio pelo velho desgraçado que destruiu a minha família. Ódio por tudo que ele tirou de mim, pela forma como ele andava por aí como se fosse intocável. Mas ele tinha um ponto fraco. E eu ia usá-la pra ver esse filho da puta sangrar. A primeira vez que botei os olhos nela foi por acaso. Tava andando na merda de um bairro de ricos quando a vi saindo de um carro importado, cercada por um bando de filhinhos de papai que riam alto demais, bebiam demais, fingiam viver uma vida cheia de adrenalina, quando tudo o que tinham era uma porra de uma mesada recheada. Ela não parecia diferente. Sorriso fácil. Postura de quem tem o mundo na palma da mão. Vestido curto demais, boca atrevida demais, olhar insolente demais. Eu devia ter olhado pra outra direção. Mas então, um dos moleques que tava com ela fez uma piada qualquer, segurando no braço dela como se tivesse direito. E ela reagiu. Os olhos dela brilharam de raiva e ouvir sua voz doce e delicada dizer: — Você ficou maluco, seu pirado? encosta em mim de novo e eu arranco suas bolas! Viu, palavras doces e delicadas de uma garotinha que precisa ser protegida. "longe do meu cinismo" Era alguém que odiava ser controlada. A vadia se achava intocável. Não demorou pra minha mente se ajustar ao plano. Ela seria a minha arma. Sequestrá-la não era só sobre vingança. Era sobre destruir tudo o que aquele velho de merda amava. Ele tirou tudo de mim. Agora, eu ia arrancar tudo dele E começaria por ela. ..... O plano era simples. Ela não era intocável. Era burra. Descuidada. Filhinhos de papai são sempre assim. Acompanhei os passos dela por dias. Onde ia, quem encontrava, o que gostava de fazer. E então, numa noite qualquer, a oportunidade caiu no meu colo. Ela fugiu de casa. Saiu escondida, foi pra uma festa, bebeu além da conta e se afastou dos amigos. Foi fácil. Fácil demais. Ela saiu do prédio cambaleando levemente nos saltos, uma leve embriaguez deixando seus passos relaxados demais. Inocente demais. Não olhou para os lados. Não percebeu a escuridão ao redor. O beco estava vazio. Só nós dois. Me movi no momento certo, calculado, silencioso. Ela mal teve tempo de reagir antes que meu braço envolvesse sua cintura, puxando-a para perto com força. O pano embebido em clorofórmio cobriu sua boca antes que um grito pudesse sair. Ela se debateu, as mãos agarrando meu pulso, as unhas cravando na minha pele. — Shii... você vai dormir logo, princesa. — minha voz saiu baixa, quase gentil, contrastando com a brutalidade do que eu estava fazendo. Seus olhos arregalaram em desespero, o corpo tenso contra o meu, mas era inútil. Em segundos, seus movimentos ficaram mais fracos. A respiração dela ficou lenta, pesada. Eu esperei até que todo o peso dela caísse contra mim. Só então a soltei e a segurei nos braços. Seu corpo amolecido parecia tão vulnerável assim, tão pequeno e frágil nos meus braços. Mas eu não sentia pena. Fechei a porta do carro, jogando-a no banco de trás sem delicadeza. A vingança estava apenas começando. ...Meus olhos se fixaram nele, meu corpo inteiro aquecendo com a cena diante de mim. Ele era grosso, pulsante, sua pele quente demais entre meus dedos quando eu deslizei minha mão lentamente, testando sua reação. Um rosnado rouco escapou de seus lábios, e ele inclinou a cabeça levemente para trás, seus músculos tensionando sob minha atenção. Eu me inclinei, deixando minha boca roçar a ponta de seu membro antes de envolver os lábios ao redor dele, lambendo-o com lentidão, provocando. — Isso… — Dominick murmurou, seus dedos apertando um pouco mais meus cabelos. Minhas mãos deslizaram por suas coxas firmes, sentindo cada fibra tensa enquanto eu aumentava o ritmo, sugando-o mais fundo, sentindo o gosto salgado em minha língua. Ele gemeu baixo, um som gutural que fez um arrepio percorrer minha espinha. Eu me sentia poderosa, sabendo que o estava deixando assim, que eu o tinha exatamente onde queria. Seus quadris se moveram de leve, pressionando-se contra minha boca, e eu o aceitei
JADE A água quente escorria pelo meu corpo, mas era o calor dele que realmente me consumia. Eu estava montada sobre Dominick, minhas pernas abertas ao redor de sua cintura, sentindo cada centímetro dele me preencher de uma forma que nenhum outro homem jamais fez. Minhas unhas se cravavam em seus ombros, mas eu não conseguia controlar meus próprios movimentos. Meu corpo tremia, entregue, dominado. Ele segurava minha cintura com força, guiando-me com mãos firmes, possessivas. Ele me comandava. Seus dedos deslizavam por minha pele molhada, subindo, descendo, provocando cada centímetro do meu corpo. Minha cabeça tombou para trás quando ele empurrou os quadris contra mim, seu ritmo intenso e implacável. — Você gosta assim, não é? — A voz rouca e carregada de desejo ecoou em meu ouvido. Um gemido entrecortado escapou dos meus lábios, e ele sorriu, satisfeito. Minha pele formigava sob seus toques, sua boca desenhando caminhos lentos e tortuosos pelo meu pescoço, pelos meus seio
Eu sabia onde estava meu poder. — Não deveria estar aqui — sua voz grave me fez estremecer. Mas eu não recuei. — Você me convidou quando deixou a porta aberta. Não diga que não foi de propósito. Você não é nenhum imbecil. Um sorriso ladino surgiu em seus lábios. Ele se ergueu um pouco na banheira, os músculos deslizando sob a espuma. Meu corpo inteiro esquentou. Dei um passo à frente, cada movimento calculado. — Por que não me conta o verdadeiro motivo de me manter aqui? Ele mordeu o lábio, malicioso. — Essa é sua ilusão? Prefere ver as coisas assim? Parei diante da banheira, sentindo seu olhar me devorar. A alça da blusa caída no ombro, o short curto… tudo intencional. — Eu posso te ajudar. Ele arqueou a sobrancelha. — E como faria isso? Sorri de canto, jogando minha isca. — Posso fingir para o meu pai. Posso convencê-lo de que estou fraca, desesperada. De que preciso dele. Ele gargalhou. Sua risada era profunda, intensa. — Eu não preciso de você pra
— Enviou o vídeo? — pergunto. — Sim. — A risada grossa dele soa pelo telefone. — E a garota? — Arredia como sempre. Um cavalo selvagem. — Ótimo. Quanto mais difícil, mais prazeroso! A gente vai acabar com ele, meu garoto! Não vai sobrar nada! Desligo. O tempo passa. Algumas horas. Preparo algo pra ela comer. Quando volto pro quarto, ela ainda está no mesmo lugar. Coloco a bandeja sobre a mesinha e me abaixo de novo. Ela não diz nada. Só me encara. Levo minhas mãos aos pulsos dela, desamarrando. As marcas vermelhas me fazem soltar um suspiro. — Você não deveria tentar lutar contra isso. — murmuro, soltando as cordas. Antes que eu perceba, ela me empurra com força. Meu corpo cai pra trás, e ela corre até a porta. Mas eu levanto rápido. — Droga! — grito, furioso. Alcanço-a antes que consiga abrir completamente. A pressiono contra a porta, fechando-a de novo, meu corpo firme contra o dela. — Sua diabinha... — rosno no ouvido dela. Minha respiração está irregula










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