Mundo de ficçãoIniciar sessãoDominick perdeu tudo na noite em que sua família foi assassinada. Enquanto ele sobrevivia escondido nas sombras, o homem responsável continuava intocável, comandando a cidade com dinheiro, poder e sangue nas mãos. Durante anos, Dominick alimentou apenas uma coisa: a sede de vingança. E então ele encontrou a fraqueza do seu inimigo. Jade Salvatore. A filha perfeita de Marco Salvatore. A princesa protegida. A única pessoa que o monstro por trás da morte de sua família realmente ama. Sequestrá-la deveria ser apenas o primeiro passo do seu plano. Uma arma. Uma moeda de troca. O instrumento perfeito para destruir o homem que destruiu sua vida. Mas Jade não é a garota frágil que Dominick imaginava. Por trás dos olhos desafiadores e da língua afiada existe uma mulher capaz de enfrentá-lo, provocá-lo e despertar sentimentos que ele acreditava terem morrido junto com sua família. Presa pelo homem que jurou usá-la como vingança, Jade se vê encarcerada entre o medo e uma atração perigosa demais para ser ignorada. Enquanto segredos vêm à tona e a verdade ameaça destruir tudo o que acreditavam saber, a linha entre ódio e desejo começa a desaparecer. Porque algumas prisões não são feitas de grades. E algumas rendições são muito mais perigosas do que a liberdade. Ele a sequestrou para destruir um império. Ela pode ser a única capaz de destruir o coração dele.
Ler maisEu já não conseguia ficar naquela casa. Aluguei um apartamento discreto, pequeno, longe da memória dos corpos e da podridão. Eu sabia que ainda estava sendo investigada. então um apartamento, longe das memórias ruins dos meus pais, devia ser pra eles uma motivação, por não conseguir suportar tanta dor. E foi lá que, certa manhã, um buquê de flores chegou. Simples. Elegante. Com um cartão escrito à mão. O coração quase saiu pela boca. As mãos tremeram. Rasguei o envelope com pressa, e li: “As estações mudam, mas a raiz permanece. Estamos mais perto da primavera. Faltam poucos dias para o jardim florescer por inteiro. Fique firme. Eu estou chegando.” E eu sabia que era ele! enigmático, subliminar, mas ele.
O helicóptero ainda rugia acima, com a hélice cortando o ar como lâminas. Foi então que o plano de descarce de toda aquela cena começou. Entrei em contatos rápidos com gente oculta, pagando bem os serviços eram excelentes. e eu não podia arriscar. O trabalho sujo seria feito, pra maquiar toda aquele cenário. Enquanto isso, mandei localizar o piloto. Ele era a única testemunha viva e cúmplice. mandei ameaçar ele, ou ele sumia ou seria preso como cúmplice de um sequestro... Claro, ele escolheu sumir por um tempo. A grana já havia sido transferida. Ele teria que desaparecer. E levaria consigo a culpa de um sequestro, por um tempo até dizer que só alugou o helicóptero pra terceiros. ... Eu sair de lá, minutos dep
Ela tremia. As mãos dele prendiam seu braço com força. O medo escancarado no rosto. Os olhos marejados, arregalados. seus cabelos balançando com o vento forte da hélice ainda girando, Ela olhava pra mim como se eu fosse a última esperança. E eu era. — Você não vai conseguir o que quer! disse entre os dentes. — Você Não sabe de nada. Ela é minha filha! — Não é mais. Apontei a arma. — E se encostar um dedo nela de novo... eu te mato com prazer. Um segundo. Só um. Jade olhou pra mim, um sinal cúmplice de atenção. E então, ela mordeu o braço dele. Com tudo. Como um animal encurralado. Ele gritou de dor e a empurrou, seu corpo caiu no chão.
DOMINICK O sangue escorria pela lateral do meu rosto. A dor latejava no corpo inteiro. Tinha gosto de ferro na boca e um zumbido constante no ouvido, como se tudo estivesse em câmera lenta. Mas o que me enlouquecia de verdade… era ver Jade sendo arrastada pra longe de mim. Três brutamontes me mantinham no chão. Um deles chutou minhas costelas de novo, e eu arqueei o corpo com um grunhido seco. Cuspi sangue. Queria me levantar, mas as pernas já não respondiam como antes. Ainda assim, não parei de lutar. Porque eu sabia. Sabia que se eu não fizesse alguma coisa, perdia ela pra sempre. Carter se aproximou. Devagar. Com aquele ar de vencedor. O terno alinhado, o cabelo intacto, como se ele não estivesse no meio de um campo de guerra. A arma na mão. E aquele maldito sorriso nos lábios. — Eu avisei. ele disse, com a voz baixa, como se saboreasse cada sílaba. <





Último capítulo