Irina se acomodou no sofá, mantendo a postura firme, braços cruzados discretamente sobre as pernas. A mansão ao redor parecia absorver a luz, tornando cada sombra mais intensa, cada detalhe mais intrigante. O Sr. Freitas caminhou até a mesinha de centro, pegando uma taça de líquido vermelho profundo.
— Uma bebida? — ofereceu ele, a voz suave, carregada de sedução. — Não se preocupe, é só algo leve.
— Não, obrigada — respondeu Irina, fria, mantendo o olhar fixo nele.
Ele sorriu de leve, incli