51

— Sente-se — disse Freitas, sem tirar os olhos de Irina enquanto ela fechava a porta do gabinete. O anel no dedo dela reluzia naquela sala escura. — Conte-me seus planos.

Irina sentiu o calor de tudo aquilo como se tivesse sido jogada numa fornalha — o corpo ainda doía muito. Por um instante a sala encolheu até restarem só os dois: o uísque na mão dele, a lareira e o som do próprio coração dela martelando no peito.

— Então… se for para todos pagarem pelo que me fizeram, eu aceito. — A voz saiu
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