George não acreditava em mim e, obcecado com aquela ideia de que existia algo entre mim e Bruno, acabou me cercando num silêncio opressor que restava só a mim engolir, por orgulho e exaustão.
Quando não disse nada, ele se aproximou, ameaçador, bloqueando até a pouca luz do corredor, e tornou tudo mais intimidador. Meu corpo reagiu sozinho, me fazendo recuar instintivamente.
A voz dele saiu dura, cheia de uma frieza pesada, quase cortante:
— Você vai ser humilhada, não duvide disso. Mas, antes d