— Val, sua mão... — A voz do Bruno cortou o burburinho do salão, alta e cheia de preocupação. Ele segurou minha mão, com olhos arregalados diante do ferimento. — O que houve? Olha isso, está sangrando. Você precisa cuidar disso agora, vem comigo buscar um remédio.
Antes mesmo de eu reagir, ele já tentava me arrastar para o jardim. Só que, naquela mesma hora, eu senti todos os olhares gelados da família Fonseca cravados em mim, como lanças ansiosas para ver meu próximo erro, como se eu tivesse vi