Eu puxei o braço do George com força demais, porque logo o lugar onde a agulha do soro estava espetada começou a sangrar.
Ele baixou os olhos para a minha mão e franziu o cenho, daquele jeito que só ele sabia fazer, claramente incomodado.
Na hora, fiquei com receio de deixá-lo bravo e soltei o braço dele sem pensar duas vezes.
De repente, Mariana já estava de novo grudada no George, praticamente se apoiando nele como se nada pudesse abalar aquela paz dela. Ela abriu um sorriso doce para mim e