Eu ainda não me mexi.
De repente, ele me puxou com força e rosnou friamente:
— Vai tomar café da manhã agora!
— Você está maluco? — Afastei a mão dele com irritação. — Foi você quem me deixou com fome e sede, e agora você quer me obrigar a tomar café da manhã? Se está doente, toma remédio! Não vem descontar em mim!
Quando a raiva superava o medo, eu era capaz de dizer qualquer coisa.
George me encarou com um olhar gélido. Após um longo tempo, ele soltou uma risada baixa e sombria:
— Você não que