Aquele beco era a definição de um caminho sem saída. Se aquele homem realmente avançasse, eu simplesmente não teria para onde correr. Encostei as costas na parede, tentando desaparecer no concreto, torcendo desesperadamente para que ele não me notasse.
O silêncio tomava conta de tudo, pesado e sufocante. Dava para ouvir o som da minha própria respiração, e cada músculo do meu corpo estava tenso, congelado pelo medo.
Sob o brilho indiferente da lua, a silhueta dele parecia ainda mais assustadora