Como o tempo estava apertado, comi meio apressada enquanto George me observava fixamente e disse lentamente:
— Não há pressa, coma devagar.
Tomei um gole de leite e respondi:
— O voo não é às seis? Tenho medo de não dar tempo.
— Se não der tempo, pegamos o próximo. — O homem falou com uma tranquilidade impressionante.
Engoli apressadamente o pão com carne que estava na boca e perguntei:
— A situação não é urgente? Caso contrário, você não teria reservado um voo tão cedo, não é?
George me lançou