O telefone foi atendido, e era a voz do meu pai do outro lado da linha.
A voz dele soava cautelosa, com um tom sutil de bajulação.
Ele perguntou:
— Valentina, o que você está fazendo agora? Está com o George?
Eu não sabia por quê, mas assim que ouvi aquele tom cuidadoso dele e ao escutar o nome do George, um mau pressentimento surgiu imediatamente em meu coração.
Perguntei em um tom sério:
— O que foi?
— É o seguinte, Valentina, nesses últimos dias eu me juntei a outras pessoas em um projeto, ma