Selene
Foi quando senti o ardor na lateral do meu braço, um talho. Pequeno, mas fundo. Sangue quente escorrendo pelo antebraço. Apertei o punho para não perder a força. Dagan gritou meu nome. Não olhei. O tenente riu ao ver meu sangue pingar no chão.
— Vai morrer pingando como cadela. — cuspiu.
— E você vai morrer calado. — retruquei.
Fingi avançar pelo lado ferido, ele mordeu a isca e fechou a guarda naquele flanco, girei o corpo e entrei pelo contrário, baixo, com um golpe curto na base do ab