Selene
Foi a primeira linha que eu vi ele respeitar sem briga. Minha perna esbarrou na dele e eu odiei o quanto o meu corpo já o conhecia. Entre um beijo e outro, ele mordeu meu lábio de leve, um recado. Eu respondi com a mesma moeda, e ele riu, baixo, satisfeito.
— Não é mais a princesa mimada. — constatou, entre meu queixo e a minha boca — É a fêmea que desafia.
— Sempre fui. — respondi, arfando — Você é que só está vendo agora.
Os dedos dele apertaram minha cintura, marcando presença. Minha