Na manhã seguinte, Noah acordou com o céu encoberto e a casa mais silenciosa do que o habitual.
Clara já estava de pé — ele ouvia o som suave dos pincéis sendo lavados na pia do ateliê.
Sentou-se devagar na cama.
A cabeça estava clara.
O corpo, cansado.
Mas o mais estranho era essa nova sensação:
ele não queria lutar contra o que viria.
Queria apenas entender.
Noah ligou para o número que Elias havia deixado no bilhete, dias antes.
— Dr. Brian Lindstrom, bom dia?
— Sou Noah Bennett.
Preciso age