O camarim estava mais cheio do que o normal naquela noite, mas não era apenas por causa do movimento da boate. Havia outro motivo para o burburinho: a festa privada organizada por Marcos.
Camile jogou-se na cadeira ao meu lado, lançando os cabelos para trás com um sorriso malicioso.
— Você já sabe, né? O chefe quer todas nós na festa de amanhã — disse ela.
Revirei os olhos enquanto terminava de passar o delineador.
— Claro que sei. Ele deixou bem claro que não é opcional.
— Ah, Nora, olha pelo