Foi uma noite estranha, Lara não queria sair de perto do filho e Muralha não queria sair de perto da esposa.
Ive ficou um tempo sentada em uma poltrona enquanto os três conversavam, choravam e Lara enchia o rapaz de beijos.
A filha de Ivan se sentiu egoísta.
Havia aprendido a amar Antônio e a volta dele como Lucca era um sonho do qual ela morria de medo.
Antônio a amava como mulher.
Lucca a enxergava como criança.
Desde que Lara chegou, Ive nem sequer conseguia se aproximar do namorado.
Também foi procurar colo, mas os barulhos no quarto dos pais indicavam que não era um bom momento.
Reclamou olhando para a porta.
— Parecem dois coelhos!
Voltou para o primeiro quarto que tinha ficado com Antônio, se arrependeu de ter pedido ajuda. Começou a pensar que tudo estava melhor antes de todo aquele tumulto.
Ao mesmo tempo sentia saudade da risada de Lara.
A madrinha era a única pessoa que ela conhecia e que era capaz dar broncas sorrindo.
Se lembrou de uma vez que ela estava correndo atrás de