Ive acordou com uma batida suave na porta.
Suave, mas insistente.
Ela sabia que não eram os pais, Ivan e Sara simplesmente entravam. Levantou um pouco a cabeça, o sol estava nascendo e a cena em sua cama era linda.
Não o bonito que as pessoas enxergariam, mas uma beleza boa, algo que só ela enxergava e amava.
Beijou o peito do namorado e antes de responder, deu uma olhadinha rápida para o volume na calça masculina.
— Pode entrar, madrinha.
Lara não tinha se anunciado, mas Muralha jamais seria tão delicado ao bater na porta.
Quando a médica entrou foi caminhando devagar e falando baixinho como entrava no quarto de Lucca quando ele ainda era um bebê.
— Ele dormiu bem?
Ive confirmou com a cabeça enquanto acariciava o rosto do namorado.
— Conversamos um pouco e ele dormiu. Está tudo bem, madrinha.
— Eu o vi levantar, acho que estou sufocando meu menino, né. O Lucca nunca foi de dengo.
O rapaz estava acordado, mas não queria falar com Lara. Sentia a cabeça latejar cada vez que a mulher o c