Assim que a Cintia subiu pro quarto, esperei alguns minuto e bati na porta.
— Entra — Cíntia respondeu do outro lado.
Empurrei a porta devagar, encontrando-a sentada na cama, vestindo uma camisola de seda. Seus cabelos ainda estavam úmidos do banho, e o tecido fino delineava suas curvas de um jeito que me fez prender a respiração por um instante. Mas eu logo me repreendi mentalmente. Não era o momento para isso.
Ela ergueu os olhos para mim, a expressão neutra, mas o brilho no olhar denun