O silêncio no banheiro se tornou ensurdecedor. Meu coração começou a bater mais rápido, e uma sensação estranha subiu pelo meu peito, como se, de repente, eu não tivesse mais controle sobre meu próprio corpo.
— Isso não faz sentido… — murmurei, mais para mim mesma do que para as outras.
Ana arqueou uma sobrancelha.
— Só tem um jeito de ter certeza.
Carol bufou e cruzou os braços, ainda com o rosto pálido.
— Isso é uma perda de tempo. Eu passei mal por causa daquela comida horrível, só