Fiquei mais alguns minutos ali, observando Cíntia respirar suavemente. O silêncio do quarto era quase hipnotizante, e eu deveria simplesmente levantar e ir embora. Mas algo me mantinha preso àquela poltrona, como se sair dali significasse deixá-la para trás de novo.
Passei as mãos pelo rosto e soltei um suspiro pesado. Eu estava me contradizendo o tempo inteiro. Disse a ela que tinha seguido em frente, que minha vida nunca esteve tão boa, mas estava ali, sentado ao lado dela, incapaz de ir em