A casa estava silenciosa naquela noite. Unirian descansava sozinha na sala de estar, enrolada em uma manta fina, os pés descalços apoiados no tapete macio, uma das mãos pousada instintivamente sobre a barriga.
Pequeno V chutava suavemente, como se respondesse à tranquilidade do ambiente.
Ela sorriu.
Pegou o celular para ver mensagens, nada de especial. Algumas notificações de compras, uma ou duas mensagens sem importância. Mas então... algo diferente.
Um número desconhecido.
Sem foto de p