O quarto é amplo, discreto, com vista para o mar.
Luzes baixas. No ambiente, o clima ainda é de contenção — um lugar de espera e estratégia.
Dante está sentado em frente a uma mesa, encarando o desenho de Villano que recebeu — o mesmo em que o menino desenhou ele, Unirian e a si próprio.
Petrov entra, observando-o em silêncio por alguns instantes.
— Ele reconheceu você…
Como se sempre soubesse.
Dante sem tirar as lembrança dos pensamentos.
— Ele me chamou de "papai".
Sem perguntas, sem dúv