Os dedos deslizaram com segurança por minha panturrilha, depois pela parte de trás da coxa. Meu corpo grande do quarto. Eu já estava em chamas quando senti seus olhos me encarando através do espelho, fixos, escuros, famintos.
— Enquanto estiver comigo — ele disse, a voz como um sussurro proibido —, você não vai usar calcinha.
Senti ele puxar a peça com um gesto ágil, a respiração quente contra minha pele enquanto deslizava o tecido até tirá-lo por completo.
Meu corpo reagia a ele com um dese