— E agora você tá aí — continuei, cruel. — Quase gozando por mim, mesmo amarrada, mesmo sendo punida. Que tipo de garota faz isso?
— Eu… eu não sei… — ela arfava, os olhos brilhando de lágrimas e tesão. — Eu não queria… mas é você… só você me faz assim…
— Isso não é desculpa.
Interrompi o toque mais uma vez. Ela gritou, frustrada.
— Por favor… eu não aguento mais…
Sorri. — Vai aguentar, sim.
Inclinei o rosto até a boca dela.
— Vai aprender do pior jeito o que significa me provocar.
Lau