Destranquei a porta e empurrei-a com cuidado. O cheiro de papel antigo e madeira tomou conta do ar. Estantes altas preenchiam o espaço, todas alinhadas com pastas, livros e caixas devidamente etiquetadas.
Ele entrou devagar, olhando ao redor com atenção. Cada passo dele era silencioso. Seus olhos corriam pelas etiquetas com velocidade, como se já soubesse o que estava procurando, embora tivesse dito que não buscava nada específico.
Fiquei parada à porta, observando-o. E, mais uma vez, fui