Cruzei os braços, os olhos fixos em qualquer coisa que não fossem aquelas opções engorduradas.
— Prefiro passar fome — respondi, sem conseguir disfarçar completamente o fato de que aquela situação toda era um pouco ridícula.
Angela deu de ombros.
— Tá, então fica aí, fazendo pose de durona. Mas quando você desmaiar de fraqueza, não espere que eu carregue você.
Enquanto Angela e a vendedora trocavam palavras sobre a noite, a rua e a vida — como se tudo ali fosse uma maravilha — eu me mantive