Lisanne saiu da biblioteca em silêncio, cruzando o longo corredor da mansão. O som dos próprios passos ecoava como um sussurro pesado entre as colunas de pedra e madeira. Ela passou por todos que ainda estavam reunidos no salão principal. Não disse nada. Nem precisava. Seu olhar estava distante, perdido em alguma dimensão entre a compreensão e o colapso. Mas era impossível não notar as lágrimas contidas nos olhos — presas ali por pura força de vontade. Seu semblante permanecia firme, erguido, c