Dois dias depois
Haviam vozes. Sussurros em línguas que não compreendia. Um lugar escuro e antigo que a chamava em silêncio... e um toque invisível apertando-lhe o peito como um laço que nunca se desfaz.
Via-se caminhando por uma mata densa e úmida, onde as árvores se entrelaçavam como se quisessem esconder os caminhos. As vozes guiavam-na por trilhas invisíveis que se bifurcavam em todas as direções. A neblina tornava-se cada vez mais espessa, dificultando a visão, tornando tudo indistinto.
Co