CAPÍTULO 155

O comboio da polícia entrou pela estrada de terra, levantando poeira e interrompendo o silêncio da madrugada. Rafael estava no último carro, com Nicolás à sua frente e o delegado no veículo principal. O céu estava claro, com nuvens dispersas, mas a paisagem de Jalisco parecia estranhamente desolada à medida que avançavam. A vegetação era escassa, o que deixava o campo ainda mais árido. O cheiro de terra seca e algo enfumaçado impregnava o ar.

Rafael olhava fixo pela janela, o rosto impassível.
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