A manhã chega quente sobre a hacienda Villalba, com um céu claro que deixa as paredes brancas da casa principal quase ofuscantes sob o sol. O ar tem cheiro de terra seca e folhas de laranjeira esmagadas pelo vento leve que atravessa o pátio central, e Sofia atravessa aquele espaço com passos firmes, sentindo os olhos de várias pessoas acompanharem o caminho que faz até a varanda. Empregados caminham mais devagar quando passam perto dela, alguns acenam com a cabeça em cumprimento discreto, outro