O calor da tarde cobre a hacienda Villalba com uma luz dourada que atravessa as janelas altas da casa principal e se espalha pelos corredores largos. O som distante de máquinas agrícolas ecoa pelos campos, misturado ao canto constante de pássaros escondidos nas árvores que cercam o pátio interno. A propriedade vive naquele ritmo de trabalho que nunca parece parar completamente, mesmo quando o sol começa a descer no horizonte.
Sofia caminha pelo corredor que leva ao antigo escritório da família