Uma hora havia se passado desde que Marcos fora embora animado. Ele soltou um “você não sabe como isso tudo vai me ajudar, cunhadinha” antes de sair pela porta do meu apartamento.
Minha dor de cabeça tinha finalmente cedido, e, com a ressaca sob controle, decidi que era hora de colocar a casa em ordem — e, quem sabe, a minha cabeça também.
Liguei o rádio na sala, o som de uma playlist animada enchendo o apartamento. Enquanto varria o chão e organizava as almofadas do sofá onde Marcos dormiu,