Era noite de sábado, e o apartamento estava silencioso, exceto pelo som abafado da vassoura que eu ainda não tinha terminado de usar. A faxina, que começara com um estranho entusiasmo, agora parecia um peso. Meus olhos ardiam, as lágrimas que eu tentava segurar desde cedo escorrendo sem permissão enquanto eu varria o mesmo pedaço de chão pela terceira vez.
A campainha tocou, e eu enxuguei o rosto rapidamente, tentando me recompor. Abri a porta, esperando qualquer coisa menos Andressa, parada a