O vento da madrugada batia contra meu rosto, mas não era suficiente para me acalmar. Pelo contrário. O peito subia e descia rápido demais, o coração quase rasgava as costelas. Eu não sabia se queria gritar ou pular daquela sacada só para o mundo calar de uma vez.
— Tá surtando, irmão? — a voz de Léo veio atrás de mim, debochada, carregada de um prazer cruel. Ele me agarrou pelo ombro e me puxou de volta para dentro, ignorando meu corpo rígido, ignorando o desespero no meu olhar.
— Você não vai