Os dias seguintes à assinatura do contrato foram um turbilhão.
Meu rosto estampava capas de revistas de negócios, elogiada como “a herdeira que ressuscitou o Grupo Ayra”.
Convites para jantares, propostas de parcerias, investidores que antes me evitavam agora me ligavam sem parar.
Era o tipo de reconhecimento que eu sempre sonhei. Mas no meio de todo esse brilho, eu não conseguia respirar em paz.
Porque, em cada elogio, em cada aperto de mão, em cada sorriso falso… havia sempre a mesma pergunta