Na manhã seguinte, acordei com o barulho das notificações intermináveis que chegavam.
Quando olhei o celular, ele quase escorregou da minha mão.
Senti o meu coração martelar no peito enquanto lia cada palavra, cada detalhe sujo estampado na tela.
Zain estava na cozinha, preparando café, quando me ouviu gritar.
Ele correu até mim, pegou o aparelho e viu a manchete.
Por um segundo, sua expressão não mudou, mas eu vi. Nos olhos dele. Uma sombra de raiva.
— Foi ela… — minha voz saiu baixa, trêmula.