Quando saí do quarto já vestida, Demir estava na cozinha como se tivesse decidido virar parte da mobília. Ele estava segurando a chaleira, olhando para o vapor subir, completamente distraído ou completamente tenso, ainda não decidi.
Ele percebeu minha presença sem nem olhar.
É como se meu corpo emitisse um sinal que só ele consegue sentir.
— Isabella… o chá está quase pronto.
A voz dele está rouca.
Nem sei se foi de propósito ou se ele não percebeu.
— Obrigada. É tudo o que consegui dizer, e me