Fui para o quarto e olhei para a cama como quem observa uma armadilha montada pelo próprio destino.
Isso estava ficando muito perigoso. Muito mesmo.
Não dava para confiar em mim com um homem daqueles respirando a menos de cinco metros.
Voltei para a sala antes que minha sanidade pedisse demissão e encontrei um motivo perfeito para fugir da tensão: comecei a separar os ingredientes do Börek. Pastéis recheados, massa temperamental, que precisava descansar a noite inteira.
A desculpa perfeita, pra