Quando o restaurante finalmente esvaziou, fui para o escritório em busca de silêncio.
Fechei a porta atrás de mim como quem fecha o mundo inteiro.
Sentei no sofá, tirei os sapatos e encostei a cabeça no encosto. Respirei.
Pouco depois, a porta abriu. Demir entrou.
— Está tudo bem? — perguntou, já mais baixo, respeitando o cansaço que devia estar estampado em mim.
— Está… — respondi. — Eu só quero um pouco de silêncio.
Ele sorriu de lado. Aquele sorriso de quem sabe exatamente com quem está lida