Chegamos ao prédio e tive a sensação estranha de que Demir havia expulsado todo mundo. Ninguém subiu conosco. Ou havia algo acontecendo… e eu era a última a saber.
No elevador, eu já era um amontoado de nervos. O ar parecia pouco. Não queria ficar sozinha com ele. Na realidade, não podia.
Quando entramos no apartamento, Demir segurou minha mão.
Congelei.
— Bell… — a voz dele saiu baixa. — Fala comigo.
Soltei minha mão com firmeza.
— Eu não tenho nada para te falar. — Respirei fundo. — E já deix