Acordei com uma sensação estranha… como se tivesse atravessado um terremoto.
Mas um terremoto bom. Aprovado por Allah, pelos astros e, definitivamente, pelo meu marido.
Meu corpo estava quente, pesado daquele jeito gostoso de quem dormiu em paz. Nada de dor de verdade — só aquela lembrança difusa de horas bem vividas.
O peito estava calmo. E mais quente ainda, porque Demir estava grudado em mim como se tivesse decidido que aquela era a posição oficial do casamento.
— Bom dia, aşkım… — ele murmu