No restaurante
O carro mal estacionou e eu já conseguia ouvir o barulho: risadinhas, cochichos, aquela energia de formigueiro humano que só aparece quando Demir está por perto. O pavão adormecido dava uns passinhos dentro dele, eu sentia. Tipo: hoje eu vou brilhar.
Pois não vai não. Não no meu turno.
Entramos no restaurante, e bastou pisar no salão para a bagunça começar:
— Chef, tira uma foto comigo?
— Chef, me dá um autógrafo?
— Chef, você tá mais bonito pessoalmente!
— Chef, você…
E eu? Eu f