Sentamos à mesa finalmente. A comida ainda soltava vapor, o cheiro quente preenchendo a cozinha que tinha acabado de sobreviver a nós dois.
Demir serviu os pratos em silêncio, concentrado como sempre ficava quando cozinhava para alguém que importava.
Depois pegou o pão, partiu com as mãos — gesto automático, antigo — e estendeu para mim a ponta maior, macia por dentro, crocante por fora.
Aceitei sem pensar. Só depois, mordendo o pão, percebi.
Levantei os olhos devagar. — Por que… — perguntei, c