Juan saiu da varanda com os punhos cerrados e o peito ardendo.
Ele atravessou o corredor largo da mansão de Ryan como um touro cego, a raiva reverberando nos ossos. Cada passo pesado fazia o chão ranger, ecoando sua decisão: ele não ia mais engolir nada calado.
A luz da manhã invadia os vitrais, lançando cores bonitas no chão. Juan não viu nada disso.
Quando chegou à porta do escritório de Ryan, empurrou-a sem bater.
Ryan estava lá dentro, sentado numa poltrona, enrolado num cobertor, o rosto m