A tarde caiu sobre a mansão como um cobertor cinzento e sufocante. As sombras se arrastavam pelos corredores. O silêncio era apenas quebrado por passos tensos.
Emma dormia no colo de Ayla no sofá, exausta de chorar. Amanda havia dado um remédio infantil para acalmá-la.
Juan estava no hall de entrada, em pé, com os punhos fechados. Olhava fixo para a porta. As veias do pescoço pulsavam.
Ryan entrou, lento, arrastando um pé, respirando pesado. Ele tossiu, uma tosse seca e úmida ao mesmo tempo. Ju