Reginald acordou com água escorrendo pelo rosto, o frio latejando em sua pele como agulhas de gelo. Piscou algumas vezes, tentando entender onde estava. A luz que anunciava o fim da manhã penetrava por entre as copas das árvores e iluminava parcialmente o rosto de Damián, que o observava com um sorriso triunfante. Mas havia algo nos olhos dele — um leve tremor, uma hesitação escondida sob a máscara de arrogância.
— Finalmente acordou, lorde miserável... — murmurou Da