Uma força invisível não quis que Reginald morresse. Talvez o acaso, ou quem sabe o destino, o tenha favorecido naquele instante em que decidiu guardar o canivete no bolso de trás da calça. Foi esse pequeno gesto que lhe deu uma chance. Quando tudo parecia perdido, conseguiu escapar. Vagou pela mata, exausto, faminto, o corpo machucado, mas a mente fixa em sobreviver. Até que um motorista passou pela estrada e, sem fazer perguntas, lhe ofereceu carona. Apenas ajudou. E isso basto